
A lembrança da paisagem
Que pensada noite passada figura-se no sono mesmo que a constitui...
E do campo, vazio e quieto
Soa o laranjeira sob os fios de luz
Que de um vilarejo próximo vem e vão...
No vão que fica entre um pensamento e outro
Se pode caminhar mais calmo pelo eterno...
Eu gosto das horas mas não de relógios...
É meia tarde...
E a anã feliz sorri enquanto escova seu único dente...
No capuz velho e desbotado traz seu segredo...
Ela é mais do que se lembra ser...
E no cesto em que dormia
Proximo ao trigal virgem
Também dormiam sementes
Sementes que criaram o vilarejo...
Sob algodão trançado
Limpo como sua mãe...
Esta vai de trem aos comércios...
E os vagões estão cansados
Cansados de tantas canseiras que neles ficam...
E assim o trem envelhece...
Dia após dia...
E esse velhos do vilarejo
Nunca estão velhos...
Nunca cansam...
Nunca morrem...
E ao fim do dia...
A doce anã esta na companhia
De sua velha e incansável mãe...
Mosiah Schaule.
Que pensada noite passada figura-se no sono mesmo que a constitui...
E do campo, vazio e quieto
Soa o laranjeira sob os fios de luz
Que de um vilarejo próximo vem e vão...
No vão que fica entre um pensamento e outro
Se pode caminhar mais calmo pelo eterno...
Eu gosto das horas mas não de relógios...
É meia tarde...
E a anã feliz sorri enquanto escova seu único dente...
No capuz velho e desbotado traz seu segredo...
Ela é mais do que se lembra ser...
E no cesto em que dormia
Proximo ao trigal virgem
Também dormiam sementes
Sementes que criaram o vilarejo...
Sob algodão trançado
Limpo como sua mãe...
Esta vai de trem aos comércios...
E os vagões estão cansados
Cansados de tantas canseiras que neles ficam...
E assim o trem envelhece...
Dia após dia...
E esse velhos do vilarejo
Nunca estão velhos...
Nunca cansam...
Nunca morrem...
E ao fim do dia...
A doce anã esta na companhia
De sua velha e incansável mãe...
Mosiah Schaule.